terça-feira, 1 de março de 2022

DIZER SIM OU DIZER NÃO

 

Dizer sim ou dizer não!


Dizem que todas as ações e acontecimentos da vida, já foram planejados pela espiritualidade antes mesmo do nascimento... Certo dia alguém perguntou, se o suicídio de uma pessoa, também foi algo planejado. As perguntas e respostas nos levam a reflexões significativas e a mais perguntas. Ao responder que sim, a outra pessoa indagou dizendo que não pode ser, pois Deus não quer o suicídio!

Então, naquele momento percebi que é uma verdade, As leis do universo realmente não estimulam a autodestruição. E ao refletir sobre o objetivo desse planejamento antecipado ao nascimento, percebi que, ao colocar a possibilidade do suicídio em nossa vida, o Criador faz valer o princípio do livre arbítrio, onde somos testados em nossas fraquezas ou na capacidade de enfrentar as adversidades desde o inicio da concepção da vida. A tal corrida espermática em direção do óvulo. 

Ao resistir à tentação, não ceder ao desânimo nem desistir dos enfrentamentos, damos impulso em favor da vida e vamos nos tornando fortes perante os desafios contínuos, vamos nos tornando fervoroso na fé, de que existem outras opção para continuar as lutas do dia a dia. Talvez seja por isto que a corrida espermática oferece a opção de dois caminhos em direção dos dois ovários femininos.

Refletir sobre as forças e fraquezas da vida se torna interessante porque muitas vezes agimos por impulso, como se já soubéssemos as respostas e depois percebemos que nem sempre tomamos o caminho acertado. E impulsionados pela lei da ação e reação, vamos fomentando sentimentos de frustrações, tristezas e impotência, a ponto de desistir da vida e a ferramenta é o suicídio.  Não é por acaso que em uma corrida ejaculatório, aconteça uma explosão de cerca de 300 milhões de células onde uma é combustível de impulsão para a outra.

Muitas vezes nossos reflexos dependem do meio em que estamos inseridos e de como analisamos as situações em que estamos envolvidos, por isto o estudo e o conhecimento sobre o outro e a nós mesmos, pode ser um divisor nas tomadas de decisões, que podem ajudar a induzir ou inibir nossa tendência atualizante na hora de agir.  Nesse sentido qualquer ajuda reflexiva externa, pode fazer a diferença de como sentimos, pensamos, agimos ou reagimos.

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